
Pode admitir… quem nunca olhou para alguma seleção e pensou: “como eu queria que fulano fosse brasileiro”?
Se pudéssemos naturalizar um jogador dentre as opções abaixo, qual você escolheria?
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O ataque mais assustador da Copa que nunca vai existir
Astros poderiam ter formado ataque do século caso tivessem se naturalizado ingleses há alguns anos.

(Imagem: ChatGPT)
A Inglaterra chega aos EUA cercada de expectativa. Depois das campanhas consistentes nas últimas Copas — semifinal em 2018 e quartas em 2022 —, os ingleses desembarcam com uma geração mais madura e são vistos como um dos principais candidatos ao título.
Mas existe um detalhe curioso que passa despercebido pela maioria dos torcedores: a seleção inglesa poderia ser ainda mais forte.
Os melhores exemplos atendem pelos nomes de Michael Olise e Jamal Musiala.
Nascido em Londres, Olise passou pelas categorias de base de Chelsea e Arsenal antes de se destacar no Reading e Crystal Palace. Apesar disso, escolheu defender a França, país ao qual mantém forte ligação familiar por conta da mãe franco-argelina.

(Imagem: Alex Pantling | Getty Images)

(Imagem: Danehouse | Getty Images)
Já Musiala viveu o caminho inverso. Embora tenha nascido na Alemanha, cresceu na Inglaterra e vestiu a camisa inglesa das categorias sub-15 ao sub-21. Quando chegou a hora da decisão definitiva, porém, optou pela seleção alemã.
Se ambos tivessem escolhido a Inglaterra, poderiam formar um trio ofensivo assustador ao lado de Harry Kane — curiosamente, companheiro dos dois no Bayern de Munique.
Os números ajudam a explicar o quão surreal seria. Juntos, Kane, Musiala e Olise participaram diretamente de cerca de 70% dos 184 gols marcados pelo clube alemão na última temporada.
Mas não pense que a lista acabou… A Inglaterra também poderia contar com o “cometa Haaland”. O atacante nasceu em Leeds durante a passagem do pai pelo futebol inglês, mas se mudou ainda criança para a Noruega e optou por defender o país escandinavo.
O fenômeno não se limita aos ingleses. A Espanha, outra forte candidata ao título, poderia ter à disposição Hakimi e Brahim Díaz, ambos nascidos em território espanhol, mas que escolheram representar Marrocos.
Como funcionava nos primórdios
Nas décadas de 1940 e 1950, era relativamente comum que um mesmo jogador defendesse mais de uma seleção ao longo da carreira. Os principais exemplos foram:
🇦🇷 Di Stéfano, que defendeu a Argentina, a Colômbia e a Espanha;
🇧🇷 José João Altafini (Mazzola), que foi campeão do mundo com a seleção brasileira em 1958 e, na Copa seguinte, atuou pela Itália;
🇭🇺 Ferenc Puskás, que jogou tanto pela seleção húngara quanto pela espanhola.
A multiplicação desses casos levou a FIFA a endurecer as regras a partir dos anos 1960, principalmente para evitar que seleções europeias atraíssem grandes talentos sul-americanos com facilidade.
Só que o cenário voltou a mudar nas últimas décadas.
Hoje, um atleta pode representar um país se tiver nascido nele, se possuir pais ou avós nascidos lá ou se viver por cinco anos consecutivos no território após completar 18 anos.
Ao mesmo tempo, a FIFA flexibilizou algumas regras de mudança de seleção, impulsionando novamente o número de jogadores atuando por países diferentes daquele onde nasceram.
A mudança voltou a impulsionar o número de atletas se naturalizando por países diferentes daqueles em que nasceram. Abaixo, podemos perceber a evolução desse fenômeno entre os jogadores que atuaram em Copas do Mundo.

(Imagem: MPI)
Na última edição, inclusive, esse dado bateu recorde: 137 dos 830 convocados para o Mundial do Catar nasceram no exterior, cerca de 16,5%.
Com mais países em campo e a tendência crescendo a cada ano, tudo leva a crer que teremos um número ainda maior nos EUA. Para se ter ideia, apenas um dos 26 atletas da estreante Curaçao nasceu na ilha. Todos os outros são da Holanda.

Saliba fora da Copa do Mundo?
Titular absoluto da França e do Arsenal, o zagueiro vinha sentindo dores há alguns jogos e agravou a lesão na final da Champions. Saliba teria jogado “no sacrifício” contra o PSG e agora é dúvida para o Mundial. (Aprofunde)
Ele “Ya mal”, mas melhorou
Desculpem o trocadilho, risos. O técnico da Espanha, Luis de la Fuente, disse que a recuperação de Lamine Yamal está “progredindo muito bem”. A expectativa é que ele jogue na estreia da Espanha. (Aprofunde)
Colômbia em festa
A Colômbia venceu a Costa Rica por 3 a 1, com gols de Davinson Sánchez, Luis Díaz e Luis Suárez. Carrascal e Andrés Gómez foram titulares, enquanto Arias entrou no decorrer do jogo. (Aprofunde)
O luxo do Brasil!
Ontem à noite, a Seleção Brasileira decolou para os Estados Unidos em um avião avaliado em mais de R$ 1 bilhão. A aeronave é a mesma que o Mick Jagger usou com os Rolling Stones em 2022. (Aprofunde)
Acordo fechado
Faltando 10 dias para o início da Copa do Mundo, a FIFA finalmente fechou o acordo de direitos de transmissão com a Índia. O valor de US$ 60 milhões ficou bem abaixo dos US$ 100 milhões, pedidos pela entidade. (Aprofunde)
Alerta no México
A Cidade do México registrou ontem manifestações de professores e confrontos com a polícia espalhados pela cidade. A capital do país será sede da abertura da Copa do Mundo na quinta-feira que vem. (Aprofunde)
De olho neles
Mesmo sem Haaland e Ødegaard, a Noruega venceu a Suécia por 3×1 com tranquilidade. Nos últimos 15 jogos, são 12 vitórias, 2 empates e apenas uma derrota. (Aprofunde)
Para dar moral
Mesmo com a ausência da estrela Alphonso Davies, o Canadá venceu o amistoso contra a seleção de Uzbequistão por 2 a 0, com gols de Osorio e Nelson. (Aprofunde)

🎵 Dembélé, Cherki, Olise. Imbattables! A música sensação nas redes sociais não explodiu apenas pela melodia. Depois de duas finais consecutivas, a França chega para a Copa do Mundo com uma das maiores expectativas já vistas nos últimos tempos.
Mas será que eles têm, de fato, o melhor elenco da Copa do Mundo? Confira uma análise detalhada de como Didier Deschamps coloca esse time para jogar.

Acho que é preciso valorizar as pessoas que respeitam aqueles que realmente estão presentes.


Você sabia que o Brasileirão bateu o recorde de jogadores convocados em uma única edição de Copa do Mundo?
Enquanto em 2022 apenas 7 jogadores que atuavam no futebol brasileiro foram chamados, dessa vez são 32 atletas desembarcando nos Estados Unidos - superando o recorde de 1974, quando 27 nomes disputaram o torneio na Alemanha Ocidental.

(Imagem: @DataFutebol | Reprodução)
Não podemos esquecer… Com o aumento de 32 para 48 seleções, naturalmente o número de jogadores do Brasileirão na Copa do Mundo seria maior. Em 2026, seis seleções sul-americanas se classificaram para o Mundial (na edição anterior foram quatro).
🇧🇷 Brasil, 🇵🇾 Paraguai e 🇺🇾 Uruguai convocaram 7 nomes cada. O 🇪🇨 Equador chamou 5 representantes. A 🇨🇴 Colômbia listou 4 atletas do Brasileirão. Já 🇦🇷 Argentina e 🇳🇱 Holanda tiveram apenas um nome cada na convocação oficial.
PS: Só a título de comparação, a Premier League teve mais de 150 jogadores convocados pelas seleções.

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